Contrato prevê modernização completa das instalações elétricas do centro comercial em até 360 dias

Camelódromo de Campo Grande terá reforma elétrica de R$ 1,8 milhão

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A Prefeitura de Campo Grande contratou uma empresa especializada para executar a requalificação das instalações elétricas do Camelódromo Municipal. A obra, orçada em R$ 1,8 milhão, pretende modernizar a estrutura elétrica do principal centro de comércio popular da Capital e aumentar a segurança para comerciantes e consumidores.

O contrato foi firmado entre a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) e a empresa Kelltech-On Elétrica e Construção Civil Ltda., vencedora da licitação. O valor da contratação é de R$ 1.817.160,52.

Portanto, os serviços abrangem a requalificação completa das instalações elétricas do Camelódromo, seguindo as especificações previstas no projeto básico da licitação. A intervenção busca adequar a infraestrutura às demandas atuais de consumo de energia e reduzir riscos relacionados a instalações antigas.

A obra contará com recursos do Tesouro Municipal e também de convênio firmado com o governo federal por meio do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal. O contrato de repasse nº 960179/2024 prevê investimentos voltados à modernização da estrutura do espaço comercial.

O prazo total para execução dos serviços é de até 360 dias a partir da emissão da ordem de serviço. Já a vigência contratual será de 90 dias, acrescida do período necessário para a conclusão da obra conforme o cronograma físico-financeiro.

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Fiação do Camelódromo pegou fogo

O fatídico incêndio que atingiu o Camelódromo de Campo Grande ocorreu em fevereiro de 2024. O trágico incidente que abalou o funcionamento mudou a estrutura de segurança do tradicional “shopping popular”.

Na época, o fogo destruiu cinco boxes de eletrônicos, roupas e bolsas. O incêndio aconteceu em um domingo, no dia 11 fevereiro, momento em que o comércio estava fechado.

A suspeita era que um curto na fiação elétrica tenha iniciado as chamas. Os boxes são feitos de madeira, plástico e os materiais para venda favoreceram a combustão. Contudo, o dano só não foi maior pela agilidade no combate do Corpo de Bombeiros

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