Luiza Ribeiro volta a exigir criação da Secretaria Estadual de Mulheres após mais dois feminicídios em MS

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Diante do registro de mais dois casos de feminicídio em Mato Grosso do Sul, a vereadora Luiza Ribeiro voltou a cobrar publicamente do Governo do Estado a criação urgente da Secretaria Estadual de Mulheres, como instrumento fundamental para a prevenção da violência e a proteção da vida das mulheres sul-mato-grossenses.

Segundo a parlamentar, é preciso deixar claro que essas mulheres não morreram por causas naturais ou acidentais. “Elas foram assassinadas por seus esposos ou companheiros, após viverem um verdadeiro inferno dentro de casa, ao lado de homens que um dia escolheram para formar uma família”, afirmou Luiza.

O ano de 2025 registrou um recorde nacional e estadual de feminicídios, com uma média alarmante de mulheres assassinadas por dia no país. Em Mato Grosso do Sul, 40 mulheres foram vítimas de feminicídio somente em 2025, número que evidencia a gravidade da situação e a falência das políticas atuais de enfrentamento à violência de gênero.

Para Luiza Ribeiro, o endurecimento das investigações e das penas nos casos de violência doméstica é necessário e, em alguns casos, consegue interromper o ciclo da violência. No entanto, ela reforça que isso não é suficiente. “Precisamos parar, cessar, acabar com o feminicídio. Nada traz uma mulher de volta. Feminicídio tem que ser zero”, declarou.

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A vereadora destaca que somente a prevenção salva vidas, e isso exige compromisso real do poder público. “Estamos falando de séculos de uma cultura patriarcal que naturalizou o ódio e a violência contra as mulheres. Para enfrentar isso, precisamos de políticas públicas robustas, permanentes e estruturadas.”

Nesse sentido, Luiza defende a criação imediata de uma Secretaria Estadual de Mulheres, com orçamento próprio, equipe técnica qualificada e capacidade de desenvolver programas, ações educativas, redes de proteção, acolhimento e prevenção. “Precisamos de um instrumento forte para acabar com essa matança. Isso é urgente”, reforçou.

Ao final, a parlamentar fez um apelo direto ao governador do Estado:
“Não queremos continuar contando nossas mulheres vítimas de feminicídio. Governador, faça alguma coisa por nós. Não silencie diante de tanta dor e injustiça. Lutamos por nossas vidas.

Assessoria de Imprensa da Vereadora 

Fonte: Câmara Municipal de Campo Grande MS

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